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  • Prefácio de Aldo Rebelo Pouco conhecido da grande maioria dos brasileiros, José Bonifácio de Andrada e Silva, o Patriarca da Independência, pode ser considerado com todos os méritos como o “inventor” do Brasil independente. Em apenas 18 meses no governo, foi o principal responsável pela consolidação política e territorial do novo País, além de ter formulado o esboço de um projeto de Nação que ainda hoje é atual. Às vésperas do bicentenário da Independência, é importante rever a sua trajetória e as suas ideias sobre um Brasil emparelhado com as grandes nações do mundo.
  • Na mira da Máfia Verde, estão projetos de infraestrutura, novas tecnologias, avanços científicos e o otimismo cultural necessários ao progresso. Pela sua ação, como mostra o mapa da Embrapa Monitoramento por Satélite, grande parte do território brasileiro se converteu em "áreas de exclusões de desenvolvimento".
  • Quem manipula os povos indígenas contra o desenvolvimento do Brasil: um olhar nos porões do Conselho Mundial de Igrejas, Lorenzo Carrasco e Silvia Palacios, 208 p.; R$ 35,00. ISBN 978-85-98059-28-0. Desde a década de 1980, o Brasil vem sendo alvo de incessantes campanhas de pressões políticas com o objetivo de manipular as questões das causas indígenas para influenciar as políticas públicas de ordenação da ocupação física e exploração dos recursos naturais do território nacional, para propósitos alheios aos do desenvolvimento do País. Tais campanhas são implementadas por uma rede de organizações não-governamentais (ONGs) nacionais e internacionais, sob o pretexto de uma alegada proteção dos povos indígenas e do meio ambiente, temas cujo apelo emocional tem granjeado um grande apoio midiático e popular a esta agenda intervencionista. Essas intervenções têm resultado em conflitos sociais motivados por demarcações de terras indígenas em áreas produtivas ocupadas há décadas, além de atrasos, encarecimentos e, em muitos casos, o impedimento de numerosos projetos de infraestrutura em todo o território nacional indo contra o desenvolvimento do Brasil - processo que se assemelha a uma guerra irregular, de efeitos mais eficientes que os de uma agressão militar convencional. Por trás delas, encontra-se uma vasta rede de ONGs, fundações privadas e agências governamentais de certos países industrializados do Hemisfério Norte, em especial, os EUA e o Reino Unido. Entre estas entidades, destaca-se o Conselho Mundial de Igrejas, cujas intervenções no Brasil remontam à década de 1950, tendo muito pouco a ver com a promoção de um verdadeiro ecumenismo e, muito mais, com o velho objetivo colonial de obstaculizar o desenvolvimento das regiões “periféricas” do planeta, dificultando-lhes a modernização e o progresso. Quem manipula os povos indígenas contra o desenvolvimento do Brasil é o resultado de uma rigorosa pesquisa sobre os mentores dessas campanhas e suas motivações. Lorenzo Carrasco Bazúa nasceu em Sinaloa, México, em 1950. É jornalista e editor-presidente da Capax Dei Editora. Em 1992, foi um dos fundadores do Movimento de Solidariedade Ibero-americana (MSIa), do qual é presidente. É organizador do livro Máfia Verde: o ambientalismo a serviço do governo mundial (2001); coautor de El complot para aniquilar a las Fuerzas Armadas y a las Naciones de Iberoamérica (1993, edição brasileira de 1996), Máfia Verde 2: ambientalismo, novo colonialismo (2005) e A hora das hidrovias: estradas para o futuro do Brasil (2008); e autor de Una mirada al mundo y a los valores que cimentan um nuevo orden mundial (2012). Silvia Palacios de Carrasco é diretora do Movimento de Solidariedade Ibero-americana (MSIa) e editora dos jornais Solidariedade Ibero-americana e Página Iberoamericana. Com Lorenzo Carrasco, fundou e dirige a Capax Dei Editora. É coautora dos livros El complot para aniquilar a las Fuerzas Armadas y a las Naciones de Iberoamérica e Máfia Verde 2: ambientalismo, novo colonialismo. Uma exposição do aparato internacional que distorce as causas indígenas, em favor de uma insidiosa agenda intervencionista que em nada favorece os interesses da sociedade brasileira.
  • A fraude do aquecimento global: como um fenômeno natural foi convertido numa falsa emergência mundial, Geraldo Luís Lino. Prefácio de Luiz Carlos Baldicero Molion, 2009, 168 p. (3ª. ed., 2011) – R$ 32,00. ISBN: 978-85-98059-12-9. O aquecimento global não é uma ameaça à humanidade – a histeria “aquecimentista”, sim! Porém, em vez de ameaça, constitui uma das maiores fraudes científicas e farsas científicas da História. A fraude do aquecimento global demonstra que as mudanças climáticas são fenômenos naturais que ocorrem há centenas de milhões de anos e contra as quais a humanidade pouco pode fazer no seu atual estágio de conhecimento, além de entender melhor a sua dinâmica e adaptar-se adequadamente a elas. O infundado alarmismo “aquecimentista” é promovido por interesses políticos e econômicos, que transformaram um debate científico em uma obsessão mundial e uma verdadeira indústria. Por isso, o público em geral ignora que: * não há qualquer evidência científica concreta que vincule a ação humana aos aumentos de temperaturas globais ocorridos desde o século XIX; * as temperaturas mundiais pararam de subir no final da década de 1990 e estão em queda; * os níveis do mar já foram mais altos que os atuais; * as atuais concentrações atmosféricas de CO2 estão entre as mais baixas da história geológica da Terra; * temperaturas e níveis de CO2 mais altos que os atuais seriam benéficos para a maioria dos seres vivos, inclusive o homem. As temperaturas atmosféricas e oceânicas já foram mais altas e mais baixas do que as atuais e a própria humanidade surgiu durante o período Quaternário, o de mais rápidas mudanças climáticas de toda a história da Terra. A fraude e farsa do aquecimento global está sendo manipulada para converter a atividade científica em um processo de “assembleia de consenso”, apoiado por uma mídia geralmente acrítica e anestesiada e pelos recursos técnicos de Hollywood. Por trás dela, encontram-se interesses políticos e econômicos inconfessáveis, que, enquanto promovem o aquecimento global como uma nova crença pseudocientífica, se empenham em faturar bilhões de dólares com a sua transformação em uma lucrativa indústria. Por isso, é fundamental que o alarmismo “aquecimentista” seja devidamente neutralizado. A fraude do aquecimento global é uma contribuição para desmistificação desta grande farsa científica. Geraldo Luís Lino é geólogo, especializado na aplicação de estudos geológicos a projetos de engenharia civil e avaliações de impactos ambientais. É fundador e diretor do Movimento de Solidariedade Ibero-americana (MSIa), sendo integrante do conselho editorial da entidade. É também co-autor dos livros Máfia Verde 2: ambientalismo, novo colonialismo (2005) e A hora das hidrovias: estradas para o futuro do Brasil (2008), ambos publicados pela Capax Dei Editora. Uma exposição da maior fraude científica da história moderna e dos interesses que a promovem.
  • A economia física abrange os princípios de desenvolvimento econômico das nações, estudando as economias como um processo interligado de produção e consumo físico, em uma analogia com os organismos vivos, que proporciona uma noção de produtividade independente das medidas financeiras. Constitui, por assim dizer, o conjunto de capacidades com as quais o ser humano intermedia as suas relações com a natureza e o universo, sendo a economia a tradução do entendimento humano do microcosmo e do macrocosmo. A aplicação prática de tais conceitos é demonstrada neste livro, com exemplos do desenvolvimento econômico de nações como os EUA, Alemanha, França e, mais recentemente, a China. Além disso, o autor tece importantes considerações sobre o futuro do trabalho, em uma economia em que os principais insumos serão o conhecimento e a capacidade criativa/inovadora, escapando à falsa disjuntiva entre as doutrinas econômicas marxistas e liberais. Em troca, busca contribuir para a construção de uma doutrina econômica baseada nos princípios do Bem Comum e da dignidade da pessoa humana.
  • A presente crise política, institucional, socioeconômica e de valores que abala o Brasil marca o fim da Nova República, cujos protagonistas conceberam uma cidadania divorciada de um projeto de Nação que consolidasse os avanços das décadas anteriores e projetasse o País para o futuro. Em troca, estabeleceu-se uma cultura contra toda forma de autoridade, erradicou-se o princípio moral do Bem Comum que deve reger a vida pública, para abrir passo a meros projetos de poder. Sem um projeto nacional, a política partidária se converteu num instrumento para a captura do Estado, de braços dados com a corrupção e o crime organizado, frustrando as expectativas despertadas com a redemocratização e atrelando o País a uma agende hegemônica externa, a “Nova Ordem Mundial”, comandada de Washington, Wall Street e Londres. Este livro proporciona ao leitor um vislumbre dessa dinâmica antinacional, instando-o a engajar-se na construção de um novo caminho para o país.
  • O cassino global da finança reúne artigos dos autores, publicados em jornais italianos e nas publicações do Movimento de Solidariedade Ibero-americana (MSIa), nos quais discutem em linguagem direta e de fácil entendimento os diversos aspectos da crise econômica e financeira de 2007-2008, cujos efeitos estão longe de esgotados. Nele, explicam como uma crise de especulação imobiliária nos EUA e a bancarrota do megabanco Lehman Brothers colocaram o sistema financeiro internacional à beira de uma quebra generalizada. E, também, como os governos dos EUA e da União Europeia decidiram “salvar” o sistema, com maciças injeções de dinheiro para os bancos, que as empregaram para amplificar ainda mais as operações especulativas em todo o sistema, em detrimento das empresas e dos investimentos necessários nos setores produtivos da economia real. Do lado otimista, sugerem que a emergência de novos protagonistas, como o grupo BRICS e suas propostas para a conversão da Eurásia como um novo eixo de desenvolvimento de alcance global, poderá influenciar positivamente as inadiáveis transformações das finanças globais.
  • Entendendo a Rússia reúne artigos e ensaios da autora, sobre uma questão crucial do nosso tempo: como o Ocidente deve abordar as suas relações com a Federação Russa, o maior país do mundo, em meio às grandes crises geopolíticas que caracterizam o cenário global. Trata-se de uma questão que, embora pareça distante, é igualmente relevante para a América Latina, onde, de maneira similar ao que se observa no restante do mundo ocidental, se manifesta uma luta pela definição de identidades individuais e nacionais, fundamentada em firmes princípios cristãos. Com base na sua vasta experiência analítica e em numerosas entrevistas com personalidades europeias e russas, Elisabeth Hellenbroich oferece importantes subsídios para o entendimento do papel da Rússia, juntamente com a China, como os pivôs da emergência de uma Eurásia física e economicamente integrada, como um novo eixo de inusitadas transformações geoeconômicas e geopolíticas.
  • O Conselho Indigenista Missionário (Cimi) tem sido acusado de incitar ações violentas em tribos indígenas de vários países. Em boa hora, a Assembléia Legislativa de Mato Grosso do Sul instalou uma CPI para investigar a ONG, que, apesar de integrar formalmente a Igreja Católica, se afasta bastante da prática cristã, em suas intervenções junto aos indígenas brasileiros. O que é o Conselho Indigenista Missionário? Por que as suas ações têm pouco ou nada a ver com os verdadeiros cristãos? O que está por trás da "agenda indigenista" no Brasil? Neste livro, baseado no depoimento do autor à CPI do Cimi da Assembléia Legislativa de Mato Grosso do Sul, encontram-se as respostas a estas e outras perguntas relevantes para o atual momento brasileiro.
  • O livro é resultado do mestrado da autora em História Comparada, com ênfase em Relações Internacionais, Segurança e Defesa Nacional, na Universidade Federal do Rio de Janeiro. Além de trazer os assuntos da Defesa Nacional para serem debatidos pela sociedade brasileira, Fernanda Corrêa analisou a história do projeto do submarino nuclear numa conjuntura nacional e internacional, demonstrando as razões que motivaram os governos a apoiar ou não o projeto.
  • Nesta obra clássica de 1952, traduzida diretamente do alemão, o autor – uma personalidade singular de militar, acadêmico e político – oferece analisa a longa trajetória da construção dos Estados nacionais soberanos e os princípios que os fundamentam. Uma importante contribuição para as discussões que se travam em todo o mundo, no contexto das profundas transformações da ordem de poder global.
  • A mais recente obra do consagrado escritor e historiador alemão, sobre um dos mais importantes e menos conhecidos símbolos da Cristandade. Neste livro, o jornalista e historiador Paul Badde convida ao leitor a acompanhá-lo em uma emocionante jornada para desvendar a verdade por trás do Rosto Santo de Manoppello, relíquia milenar da igreja, que retrata o que, para muitos, seria a face de Jesus Cristo. Impresso em fino tecido de bisso, produzido a partir da secreção de um molusco do Mediterrâneo, que não pode ser pintado, o rosto se torna ainda mais misterioso ao ser superposto ao da figura humana impressa no Sudário de Turim, com o qual compõe uma combinação perfeita. Em suas páginas, como em um romance de mistério, o leitor acompanhará a agitada trajetória do Rosoto Santo, desde a Terra Santa, passando por Edessa, Constantinopla e Roma, até um pequeno vilarejo escondido nas montanhas dos Abrusos, Manoppello. E conhecerá personagens cativantes, como a irmã Blandina Paschalis Schlömer e o padre jesuíta Heinrich Pfeiffer, estudiosos empenhados em desvendar os segredos do véu de Manoppello, e Chiara Vigo, a última tecelã em todo o mundo que domina a refinada técnica de confecção da seda-do-mar, como o bisso também é conhecido. Resultado do encantamento do autor pelo tema e originalidade publicado em 2011, na sua Alemanha natal, o livro foi também publicado e se tornou best-seller nos EUA, Polônia, Itália, França e Holanda.