Tel: (21) 2510-3656 / (21) 2532-4086|capaxdeieditora@gmail.com
  • Em linguagem acessível ao leigo, uma discussão sobre o novo paradigma que está se impondo em uma área fundamental da ciência. 2010.
  • Em 1988, a premiada jornalista canadense Elaine Dewar começou a trabalhar em um artigo sobre a ajuda que certas organizações não-governamentais (ONGs), como a Cultural Survival, WWF e outras, estavam proporcionando os índios caiapós para defender a Floresta Amazônica. Logo, ela descobriu uma trama de muitos milhões de dólares, em que os índios ganhavam dinheiro de garimpeiros, madeireiros e ONGs, agências governamentais, fundações e empresas privadas de vários países do Hemisfério Norte se empenhavam em influenciar as políticas ambientais e indígenas em três continentes. O resultado da investigação foi Uma demão de verde. Com um texto que se lê como uma novela de mistério, Uma demão de verde segue os passos da autora, de Toronto até a Floresta Amazônica, e a gabinetes refrigerados em Ottawa, Washington, Rio de Janeiro, Brasília, São Paulo e Genebra. No caminho, ela conhece alguns dos impressionantes personagens que atuam nos bastidores do ambientalismo internacional – entre outros, o empresário Maurice Strong, Anita Roddick, da cadeia britânica Body Shop, e ativistas que dirigem importantes ONGs do Canadá e dos EUA. Ela também examina alguns perturbadores aspectos dos relacionamentos entre ONGs, corporações “verdes” e governos: * Por que algumas ONGs desorientam o público com informações incorretas, para arrecadar fundos? * Por que certas ONGs do Canadá e dos EUA têm em suas diretorias representantes de grandes empresas e de seus governos? * Que interesses teriam essas ONGs e governos em deter projetos de infraestrutura no Brasil, como o aproveitamento hidrelétrico do rio Xingu? Para o Brasil, que ocupa um lugar central na trama, as respostas a essas e outras perguntas são fundamentais. Elaine Dewar trabalha como jornalista independente desde 1976, escrevendo sobre assuntos políticos, empresariais, ambientais e científico-tecnológicos. Por várias vezes, recebeu o National Magazine Award, um dos mais prestigiosos prêmios jornalísticos do Canadá. Além de Uma demão de verde (1995), escreveu Bones: Discovering the First Americans (2001) e The Second Tree: Of Clones, Chimeras and Quests for Immortality (2004). Por este último, recebeu o Nereus Writer’s Trust Non-Fiction Prize, concedido anualmente à melhor obra de não-ficção de um autor canadense.
  • A mais recente obra do consagrado escritor e historiador alemão, sobre um dos mais importantes e menos conhecidos símbolos da Cristandade. Neste livro, o jornalista e historiador Paul Badde convida ao leitor a acompanhá-lo em uma emocionante jornada para desvendar a verdade por trás do Rosto Santo de Manoppello, relíquia milenar da igreja, que retrata o que, para muitos, seria a face de Jesus Cristo. Impresso em fino tecido de bisso, produzido a partir da secreção de um molusco do Mediterrâneo, que não pode ser pintado, o rosto se torna ainda mais misterioso ao ser superposto ao da figura humana impressa no Sudário de Turim, com o qual compõe uma combinação perfeita. Em suas páginas, como em um romance de mistério, o leitor acompanhará a agitada trajetória do Rosoto Santo, desde a Terra Santa, passando por Edessa, Constantinopla e Roma, até um pequeno vilarejo escondido nas montanhas dos Abrusos, Manoppello. E conhecerá personagens cativantes, como a irmã Blandina Paschalis Schlömer e o padre jesuíta Heinrich Pfeiffer, estudiosos empenhados em desvendar os segredos do véu de Manoppello, e Chiara Vigo, a última tecelã em todo o mundo que domina a refinada técnica de confecção da seda-do-mar, como o bisso também é conhecido. Resultado do encantamento do autor pelo tema e originalidade publicado em 2011, na sua Alemanha natal, o livro foi também publicado e se tornou best-seller nos EUA, Polônia, Itália, França e Holanda.
  • Nesta obra clássica de 1952, traduzida diretamente do alemão, o autor – uma personalidade singular de militar, acadêmico e político – oferece analisa a longa trajetória da construção dos Estados nacionais soberanos e os princípios que os fundamentam. Uma importante contribuição para as discussões que se travam em todo o mundo, no contexto das profundas transformações da ordem de poder global.
  • O livro é resultado do mestrado da autora em História Comparada, com ênfase em Relações Internacionais, Segurança e Defesa Nacional, na Universidade Federal do Rio de Janeiro. Além de trazer os assuntos da Defesa Nacional para serem debatidos pela sociedade brasileira, Fernanda Corrêa analisou a história do projeto do submarino nuclear numa conjuntura nacional e internacional, demonstrando as razões que motivaram os governos a apoiar ou não o projeto.