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  • Em linguagem acessível ao leigo, uma discussão sobre o novo paradigma que está se impondo em uma área fundamental da ciência. 2010.
  • Textos clássicos dos grandes autores do Sistema Nacional de Economia Política, pela primeira vez reunidos em português.
  • A Humanidade vive a fase final de um longo período histórico, uma autêntica crise civilizatória, assinalada pela disfuncionalidade do sistema de hegemonia política e econômica colonial estabelicido a partir do século XVII, com base nas ideias de pensadores como Bacon, Hobbes, Locke, Descartes e outros. Em sua época, o grande pensador alemão Gottfried Wilhelm Leibniz se confrontou com tais ideais e seus desdobramentos nos campos da economia, política, filosofia, ciência e, sobretudo, na noção de justiça aplicada à organização social. Hoje, suas lições podem servir de base para se fundamentar um outro caminho para a civilização, baseado na primazia do Bem Comum e sua institucionalização nas políticas públicas.
  • O crescimento que a guera irregular experimentou no mundo de hoje, particularmente depois da 2ª GM, provocou a necessidade de reezaminar leis e normais dos conflitos armados do ponto de vista das características peculiares a esse método especial de combate.
  • Seineldin e Mariano. Pai e filho trocam cartas. Um preso no cárcere, o outro preso às limitações da esclerose múltipla. Mais que um livro de histórias, Malvinas - um Sentimento é um canto de "sentimentos tão profundos e maravilhosos", que evocam uma obrigação moral com a defesa do sentido de Pátria e seus valores maiores. Um livro feito de pai para filho.
  • O propósito deste livro é indagar o papel protagonista da Federação Russa na mudança de época histórica em curso. Ao contrário do que previa o poder anglo-americano, o presidente Vladimir Pulin tem ocupado uma posição ímpar como estadista global, desde o início do século. E as nações acidentais necessitam recuperar com urgência o seu sentido de propósito histórico, com base em suas raízes cristãs. É aqui que reluz a missão histórica da Rússia, cujos ensinamentos sobre a recuperação do seu orgulho e grandeza cristãos devem servir de exemplo à !bem-América, para enaltecer o mesma sentida de missão universal baseado nos princípios cristãos infundidos pela evangelização fundadora. Assim como a Rússia devemos celebrar o nossa batismo .
  • O livro é resultado do mestrado da autora em História Comparada, com ênfase em Relações Internacionais, Segurança e Defesa Nacional, na Universidade Federal do Rio de Janeiro. Além de trazer os assuntos da Defesa Nacional para serem debatidos pela sociedade brasileira, Fernanda Corrêa analisou a história do projeto do submarino nuclear numa conjuntura nacional e internacional, demonstrando as razões que motivaram os governos a apoiar ou não o projeto.
  • A mais recente obra do consagrado escritor e historiador alemão, sobre um dos mais importantes e menos conhecidos símbolos da Cristandade. Neste livro, o jornalista e historiador Paul Badde convida ao leitor a acompanhá-lo em uma emocionante jornada para desvendar a verdade por trás do Rosto Santo de Manoppello, relíquia milenar da igreja, que retrata o que, para muitos, seria a face de Jesus Cristo. Impresso em fino tecido de bisso, produzido a partir da secreção de um molusco do Mediterrâneo, que não pode ser pintado, o rosto se torna ainda mais misterioso ao ser superposto ao da figura humana impressa no Sudário de Turim, com o qual compõe uma combinação perfeita. Em suas páginas, como em um romance de mistério, o leitor acompanhará a agitada trajetória do Rosoto Santo, desde a Terra Santa, passando por Edessa, Constantinopla e Roma, até um pequeno vilarejo escondido nas montanhas dos Abrusos, Manoppello. E conhecerá personagens cativantes, como a irmã Blandina Paschalis Schlömer e o padre jesuíta Heinrich Pfeiffer, estudiosos empenhados em desvendar os segredos do véu de Manoppello, e Chiara Vigo, a última tecelã em todo o mundo que domina a refinada técnica de confecção da seda-do-mar, como o bisso também é conhecido. Resultado do encantamento do autor pelo tema e originalidade publicado em 2011, na sua Alemanha natal, o livro foi também publicado e se tornou best-seller nos EUA, Polônia, Itália, França e Holanda.
  • O continente de mais de 90 milhões de habitantes – considerando apenas a África Subsaariana – ainda padece com os níveis de pobreza mais abjetos. Embora alguns países anunciem taxas de crescimento de 10%, isso não mudou as vidas da maioria da população, apenas ampliou as diferenças entre os super-ricos e os pobres, como na Nigéria, Quênia, África do Sul e Angola. Mais de 50 anos após a independência da Nigéria, o país mais populoso do continente (167 milhões de habitantes), ainda não existem sistemas de geração elétrica funcionais, abastecimento de água, ferrovias – apenas rodovias inseguras -, um sistema de saúde em frangalhos e instituições educacionais em más condições. Como as poucas refinarias raramente funcionam, a Nigéria, o maior exportador de petróleo africano, tem que importar quase todos os combustíveis que usa. Os níveis de vida médios do país são ainda inferiores aos da época da independência. Por ocasião da independência, as lideranças políticas das antigas colônias tinham ambiciosos planos de desenvolvimento para as suas economias e, na maioria dos casos, começaram a construir sistemas de infraestrutura, saúde e educacionais além de apoiar as atividades agrícolas com serviços de extensão rural e apoio à comercialização dos produtos. Igualmente, começaram a desenvolver as indústrias. A idéia da primeira geração de líderes africanos era de desenvolver suas nações e, em uma ou duas gerações, levar a prosperidade aos seus povos, que já haviam sofrido em demasia sob o jugo do colonialismo. Hoje, porém, novas potências econômicas têm emergido, como o Brasil, o que se refletiu na constituição do G-20. Com isto, investimentos de grande escala na infraestrutura africana e mudanças no regime comercial para o continente poderão efetuar, no século XXI, as oportunidades perdidas no anterior. A maior prioridade deve ser dada à infraestrutura transcontinental de transportes, especialmente ferroviários, em eixos Leste-Oeste (Djibouti-Dakar) e Norte-Sul (Cairo-Capetown). Para muitos destes projetos, já existem planos elaborados na União Africana, o que se necessita é tirá-los do papel. Com a mesma urgência, necessitam-se sistemas de geração e transmissão de eletricidade, para que se possa promover uma industrialização genuína e promover um aumento dos níveis de vida da população em geral. Os grandes rios africanos – Níger, Nilo, Zambezi, Cubango e Congo – têm um vasto potencial de geração hidrelétrica. Coma construção de barragens e canais adequados, os rios poderão funcionar como geradores de energia e eficientes vias de transporte hidroviário, para a movimentação de cargas e pessoas. Além de energia e transporte, o projeto poderá transferir água da bacia do Congo para o Chade e o Níger, o que ajudaria a combater a desertificação do Sahel e promover a agricultura irrigada em 5-7 milhões de hectares de terras da região.