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  • O transporte hidroviário é o mais barato e eficiente para a movimentação de grandes cargas a longas distâncias. O Brasil, a despeito do seu território continental e de dispor de uma das maiores redes hidrográficas do mundo, tem desprezado historicamente este importante modal de transporte. Este desprezo, somado à reduzida malha ferroviária e à deterioração da malha rodoviária, implica em ineficiência, perdas de produção e um grande aumento do chamado Custo Brasil. Felizmente, iniciativas oficiais e privadas mostram uma crescente conscientização sobre a importância do modal hidroviário no Brasil, esforço que também terá uma grande relevância para a integração física da América do Sul. A hora das hidrovias examina as causas das contradições da matriz de transportes, as hidrovias existentes e em projeto e os obstáculos a serem superados para que o transporte hidroviário possa ser plenamente explorado em suas vastas potencialidades, possibilitando ao Brasil uma navegação segura rumo ao futuro. Geraldo Luís Lino é geólogo, fundador e diretor do Movimento de Solidariedade Ibero-americana (MSIa). É coautor do livro Máfia Verde: ambientalismo, novo colonialismo (2005) e autor de A fraude do aquecimento global: como um fenômeno natural foi convertido numa falsa emergência mundial (2009). Lorenzo Carrasco Bazúa é jornalista e editor-presidente da Capax Dei Editora, fundador e presidente do Movimento de Solidariedade Ibero-americana (MSIa). É organizador do livro Máfia Verde: o ambientalismo a serviço do governo mundial (2001); coautor de El complot para aniquilar a las Fuerzas Armadas y a las Naciones de Iberoamérica (1993, edição brasileira de 1996), Máfia Verde 2: ambientalismo, novo colonialismo (2005), A hora das hidrovias: estradas para o futuro do Brasil (2008) e Quem manipula os povos indígenas contra o desenvolvimento do Brasil: um olhar nos porões do Conselho Mundial de Igrejas (2013); e autor de Una mirada al mundo y a los valores que cimentan um nuevo orden mundial (2012). Nilder Costa é engenheiro mecânico especializado na construção de usinas nucleares. Uma discussão sobre a necessidade do trasnporte hidroviário, no contexto da modernização econômica e industrialzação do interior do Brasil (inclusive a Amazônia) e da integração sul-americana. Já em 2ª edição, mais de 6.000 exemplares vendidos.
  • O continente de mais de 90 milhões de habitantes – considerando apenas a África Subsaariana – ainda padece com os níveis de pobreza mais abjetos. Embora alguns países anunciem taxas de crescimento de 10%, isso não mudou as vidas da maioria da população, apenas ampliou as diferenças entre os super-ricos e os pobres, como na Nigéria, Quênia, África do Sul e Angola. Mais de 50 anos após a independência da Nigéria, o país mais populoso do continente (167 milhões de habitantes), ainda não existem sistemas de geração elétrica funcionais, abastecimento de água, ferrovias – apenas rodovias inseguras -, um sistema de saúde em frangalhos e instituições educacionais em más condições. Como as poucas refinarias raramente funcionam, a Nigéria, o maior exportador de petróleo africano, tem que importar quase todos os combustíveis que usa. Os níveis de vida médios do país são ainda inferiores aos da época da independência. Por ocasião da independência, as lideranças políticas das antigas colônias tinham ambiciosos planos de desenvolvimento para as suas economias e, na maioria dos casos, começaram a construir sistemas de infraestrutura, saúde e educacionais além de apoiar as atividades agrícolas com serviços de extensão rural e apoio à comercialização dos produtos. Igualmente, começaram a desenvolver as indústrias. A idéia da primeira geração de líderes africanos era de desenvolver suas nações e, em uma ou duas gerações, levar a prosperidade aos seus povos, que já haviam sofrido em demasia sob o jugo do colonialismo. Hoje, porém, novas potências econômicas têm emergido, como o Brasil, o que se refletiu na constituição do G-20. Com isto, investimentos de grande escala na infraestrutura africana e mudanças no regime comercial para o continente poderão efetuar, no século XXI, as oportunidades perdidas no anterior. A maior prioridade deve ser dada à infraestrutura transcontinental de transportes, especialmente ferroviários, em eixos Leste-Oeste (Djibouti-Dakar) e Norte-Sul (Cairo-Capetown). Para muitos destes projetos, já existem planos elaborados na União Africana, o que se necessita é tirá-los do papel. Com a mesma urgência, necessitam-se sistemas de geração e transmissão de eletricidade, para que se possa promover uma industrialização genuína e promover um aumento dos níveis de vida da população em geral. Os grandes rios africanos – Níger, Nilo, Zambezi, Cubango e Congo – têm um vasto potencial de geração hidrelétrica. Coma construção de barragens e canais adequados, os rios poderão funcionar como geradores de energia e eficientes vias de transporte hidroviário, para a movimentação de cargas e pessoas. Além de energia e transporte, o projeto poderá transferir água da bacia do Congo para o Chade e o Níger, o que ajudaria a combater a desertificação do Sahel e promover a agricultura irrigada em 5-7 milhões de hectares de terras da região.
  • A mais recente obra do consagrado escritor e historiador alemão, sobre um dos mais importantes e menos conhecidos símbolos da Cristandade. Neste livro, o jornalista e historiador Paul Badde convida ao leitor a acompanhá-lo em uma emocionante jornada para desvendar a verdade por trás do Rosto Santo de Manoppello, relíquia milenar da igreja, que retrata o que, para muitos, seria a face de Jesus Cristo. Impresso em fino tecido de bisso, produzido a partir da secreção de um molusco do Mediterrâneo, que não pode ser pintado, o rosto se torna ainda mais misterioso ao ser superposto ao da figura humana impressa no Sudário de Turim, com o qual compõe uma combinação perfeita. Em suas páginas, como em um romance de mistério, o leitor acompanhará a agitada trajetória do Rosoto Santo, desde a Terra Santa, passando por Edessa, Constantinopla e Roma, até um pequeno vilarejo escondido nas montanhas dos Abrusos, Manoppello. E conhecerá personagens cativantes, como a irmã Blandina Paschalis Schlömer e o padre jesuíta Heinrich Pfeiffer, estudiosos empenhados em desvendar os segredos do véu de Manoppello, e Chiara Vigo, a última tecelã em todo o mundo que domina a refinada técnica de confecção da seda-do-mar, como o bisso também é conhecido. Resultado do encantamento do autor pelo tema e originalidade publicado em 2011, na sua Alemanha natal, o livro foi também publicado e se tornou best-seller nos EUA, Polônia, Itália, França e Holanda.
  • O livro é resultado do mestrado da autora em História Comparada, com ênfase em Relações Internacionais, Segurança e Defesa Nacional, na Universidade Federal do Rio de Janeiro. Além de trazer os assuntos da Defesa Nacional para serem debatidos pela sociedade brasileira, Fernanda Corrêa analisou a história do projeto do submarino nuclear numa conjuntura nacional e internacional, demonstrando as razões que motivaram os governos a apoiar ou não o projeto.
  • Em linguagem acessível ao leigo, uma discussão sobre o novo paradigma que está se impondo em uma área fundamental da ciência. 2010.
  • O Conselho Indigenista Missionário (Cimi) tem sido acusado de incitar ações violentas em tribos indígenas de vários países. Em boa hora, a Assembléia Legislativa de Mato Grosso do Sul instalou uma CPI para investigar a ONG, que, apesar de integrar formalmente a Igreja Católica, se afasta bastante da prática cristã, em suas intervenções junto aos indígenas brasileiros. O que é o Conselho Indigenista Missionário? Por que as suas ações têm pouco ou nada a ver com os verdadeiros cristãos? O que está por trás da "agenda indigenista" no Brasil? Neste livro, baseado no depoimento do autor à CPI do Cimi da Assembléia Legislativa de Mato Grosso do Sul, encontram-se as respostas a estas e outras perguntas relevantes para o atual momento brasileiro.
  • Entendendo a Rússia reúne artigos e ensaios da autora, sobre uma questão crucial do nosso tempo: como o Ocidente deve abordar as suas relações com a Federação Russa, o maior país do mundo, em meio às grandes crises geopolíticas que caracterizam o cenário global. Trata-se de uma questão que, embora pareça distante, é igualmente relevante para a América Latina, onde, de maneira similar ao que se observa no restante do mundo ocidental, se manifesta uma luta pela definição de identidades individuais e nacionais, fundamentada em firmes princípios cristãos. Com base na sua vasta experiência analítica e em numerosas entrevistas com personalidades europeias e russas, Elisabeth Hellenbroich oferece importantes subsídios para o entendimento do papel da Rússia, juntamente com a China, como os pivôs da emergência de uma Eurásia física e economicamente integrada, como um novo eixo de inusitadas transformações geoeconômicas e geopolíticas.
  • A presente crise política, institucional, socioeconômica e de valores que abala o Brasil marca o fim da Nova República, cujos protagonistas conceberam uma cidadania divorciada de um projeto de Nação que consolidasse os avanços das décadas anteriores e projetasse o País para o futuro. Em troca, estabeleceu-se uma cultura contra toda forma de autoridade, erradicou-se o princípio moral do Bem Comum que deve reger a vida pública, para abrir passo a meros projetos de poder. Sem um projeto nacional, a política partidária se converteu num instrumento para a captura do Estado, de braços dados com a corrupção e o crime organizado, frustrando as expectativas despertadas com a redemocratização e atrelando o País a uma agende hegemônica externa, a “Nova Ordem Mundial”, comandada de Washington, Wall Street e Londres. Este livro proporciona ao leitor um vislumbre dessa dinâmica antinacional, instando-o a engajar-se na construção de um novo caminho para o país.
  • A economia física abrange os princípios de desenvolvimento econômico das nações, estudando as economias como um processo interligado de produção e consumo físico, em uma analogia com os organismos vivos, que proporciona uma noção de produtividade independente das medidas financeiras. Constitui, por assim dizer, o conjunto de capacidades com as quais o ser humano intermedia as suas relações com a natureza e o universo, sendo a economia a tradução do entendimento humano do microcosmo e do macrocosmo. A aplicação prática de tais conceitos é demonstrada neste livro, com exemplos do desenvolvimento econômico de nações como os EUA, Alemanha, França e, mais recentemente, a China. Além disso, o autor tece importantes considerações sobre o futuro do trabalho, em uma economia em que os principais insumos serão o conhecimento e a capacidade criativa/inovadora, escapando à falsa disjuntiva entre as doutrinas econômicas marxistas e liberais. Em troca, busca contribuir para a construção de uma doutrina econômica baseada nos princípios do Bem Comum e da dignidade da pessoa humana.
  • Quem manipula os povos indígenas contra o desenvolvimento do Brasil: um olhar nos porões do Conselho Mundial de Igrejas, Lorenzo Carrasco e Silvia Palacios, 208 p.; R$ 35,00. ISBN 978-85-98059-28-0. Desde a década de 1980, o Brasil vem sendo alvo de incessantes campanhas de pressões políticas com o objetivo de manipular as questões das causas indígenas para influenciar as políticas públicas de ordenação da ocupação física e exploração dos recursos naturais do território nacional, para propósitos alheios aos do desenvolvimento do País. Tais campanhas são implementadas por uma rede de organizações não-governamentais (ONGs) nacionais e internacionais, sob o pretexto de uma alegada proteção dos povos indígenas e do meio ambiente, temas cujo apelo emocional tem granjeado um grande apoio midiático e popular a esta agenda intervencionista. Essas intervenções têm resultado em conflitos sociais motivados por demarcações de terras indígenas em áreas produtivas ocupadas há décadas, além de atrasos, encarecimentos e, em muitos casos, o impedimento de numerosos projetos de infraestrutura em todo o território nacional indo contra o desenvolvimento do Brasil - processo que se assemelha a uma guerra irregular, de efeitos mais eficientes que os de uma agressão militar convencional. Por trás delas, encontra-se uma vasta rede de ONGs, fundações privadas e agências governamentais de certos países industrializados do Hemisfério Norte, em especial, os EUA e o Reino Unido. Entre estas entidades, destaca-se o Conselho Mundial de Igrejas, cujas intervenções no Brasil remontam à década de 1950, tendo muito pouco a ver com a promoção de um verdadeiro ecumenismo e, muito mais, com o velho objetivo colonial de obstaculizar o desenvolvimento das regiões “periféricas” do planeta, dificultando-lhes a modernização e o progresso. Quem manipula os povos indígenas contra o desenvolvimento do Brasil é o resultado de uma rigorosa pesquisa sobre os mentores dessas campanhas e suas motivações. Lorenzo Carrasco Bazúa nasceu em Sinaloa, México, em 1950. É jornalista e editor-presidente da Capax Dei Editora. Em 1992, foi um dos fundadores do Movimento de Solidariedade Ibero-americana (MSIa), do qual é presidente. É organizador do livro Máfia Verde: o ambientalismo a serviço do governo mundial (2001); coautor de El complot para aniquilar a las Fuerzas Armadas y a las Naciones de Iberoamérica (1993, edição brasileira de 1996), Máfia Verde 2: ambientalismo, novo colonialismo (2005) e A hora das hidrovias: estradas para o futuro do Brasil (2008); e autor de Una mirada al mundo y a los valores que cimentan um nuevo orden mundial (2012). Silvia Palacios de Carrasco é diretora do Movimento de Solidariedade Ibero-americana (MSIa) e editora dos jornais Solidariedade Ibero-americana e Página Iberoamericana. Com Lorenzo Carrasco, fundou e dirige a Capax Dei Editora. É coautora dos livros El complot para aniquilar a las Fuerzas Armadas y a las Naciones de Iberoamérica e Máfia Verde 2: ambientalismo, novo colonialismo. Uma exposição do aparato internacional que distorce as causas indígenas, em favor de uma insidiosa agenda intervencionista que em nada favorece os interesses da sociedade brasileira.
  • México, 9 de dezembro de 1531 Dez anos após a conquista do México pelos espanhóis, em uma colina nos arredores da capital, algo inconcebível ocorre a Juan Diego, um nativo convertido à religião dos conquistadores. Na bruma da manhã, uma figura celestial vem ao seu encontro, revelando-se como "Maria, Mãe de todos os homens". Para convencer as autoridades religiosas, a Senhora lhe confia várias mensagens e, no último encontro, o seu retrato aparece misteriosamente impresso no manto de Juan Diego. Posteriormente, a aparição de Maria de Guadalupe se torna o catalisador da conversão de milhões de indígenas ao cristianismo, em um dos eventos mais marcantes da História. Desde então, a imagem de Nossa Senhora de Guadalupe tem sido objeto de numerosas controvérsias, mas, a cada novo estudo científico efetuado nela, mais misteriosa ela se torna, tanto para pesquisadores como para os fiéis, que fazem da Basílica de Guadalupe, na Cidade do México, o maior centro de peregrinação religiosa do mundo, à frente até mesmo de Roma e Meca. Neste livro, o jornalista alemão Paul Badde mergulha no mistério de Maria de Guadalupe com o cuidado de um historiador e o talento de um jornalista investigativo, que tropeçou em uma história instigante. O seu relato conta a fantástica história da aparição que mudou os rumos da História mundial, levando todo um continente a integrar a cultura ocidental.