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  • O Conselho Indigenista Missionário (Cimi) tem sido acusado de incitar ações violentas em tribos indígenas de vários países. Em boa hora, a Assembléia Legislativa de Mato Grosso do Sul instalou uma CPI para investigar a ONG, que, apesar de integrar formalmente a Igreja Católica, se afasta bastante da prática cristã, em suas intervenções junto aos indígenas brasileiros. O que é o Conselho Indigenista Missionário? Por que as suas ações têm pouco ou nada a ver com os verdadeiros cristãos? O que está por trás da "agenda indigenista" no Brasil? Neste livro, baseado no depoimento do autor à CPI do Cimi da Assembléia Legislativa de Mato Grosso do Sul, encontram-se as respostas a estas e outras perguntas relevantes para o atual momento brasileiro.
  • Na mira da Máfia Verde, estão projetos de infraestrutura, novas tecnologias, avanços científicos e o otimismo cultural necessários ao progresso. Pela sua ação, como mostra o mapa da Embrapa Monitoramento por Satélite, grande parte do território brasileiro se converteu em "áreas de exclusões de desenvolvimento".
  • A presente crise política, institucional, socioeconômica e de valores que abala o Brasil marca o fim da Nova República, cujos protagonistas conceberam uma cidadania divorciada de um projeto de Nação que consolidasse os avanços das décadas anteriores e projetasse o País para o futuro. Em troca, estabeleceu-se uma cultura contra toda forma de autoridade, erradicou-se o princípio moral do Bem Comum que deve reger a vida pública, para abrir passo a meros projetos de poder. Sem um projeto nacional, a política partidária se converteu num instrumento para a captura do Estado, de braços dados com a corrupção e o crime organizado, frustrando as expectativas despertadas com a redemocratização e atrelando o País a uma agende hegemônica externa, a “Nova Ordem Mundial”, comandada de Washington, Wall Street e Londres. Este livro proporciona ao leitor um vislumbre dessa dinâmica antinacional, instando-o a engajar-se na construção de um novo caminho para o país.
  • Entendendo a Rússia reúne artigos e ensaios da autora, sobre uma questão crucial do nosso tempo: como o Ocidente deve abordar as suas relações com a Federação Russa, o maior país do mundo, em meio às grandes crises geopolíticas que caracterizam o cenário global. Trata-se de uma questão que, embora pareça distante, é igualmente relevante para a América Latina, onde, de maneira similar ao que se observa no restante do mundo ocidental, se manifesta uma luta pela definição de identidades individuais e nacionais, fundamentada em firmes princípios cristãos. Com base na sua vasta experiência analítica e em numerosas entrevistas com personalidades europeias e russas, Elisabeth Hellenbroich oferece importantes subsídios para o entendimento do papel da Rússia, juntamente com a China, como os pivôs da emergência de uma Eurásia física e economicamente integrada, como um novo eixo de inusitadas transformações geoeconômicas e geopolíticas.
  • O cassino global da finança reúne artigos dos autores, publicados em jornais italianos e nas publicações do Movimento de Solidariedade Ibero-americana (MSIa), nos quais discutem em linguagem direta e de fácil entendimento os diversos aspectos da crise econômica e financeira de 2007-2008, cujos efeitos estão longe de esgotados. Nele, explicam como uma crise de especulação imobiliária nos EUA e a bancarrota do megabanco Lehman Brothers colocaram o sistema financeiro internacional à beira de uma quebra generalizada. E, também, como os governos dos EUA e da União Europeia decidiram “salvar” o sistema, com maciças injeções de dinheiro para os bancos, que as empregaram para amplificar ainda mais as operações especulativas em todo o sistema, em detrimento das empresas e dos investimentos necessários nos setores produtivos da economia real. Do lado otimista, sugerem que a emergência de novos protagonistas, como o grupo BRICS e suas propostas para a conversão da Eurásia como um novo eixo de desenvolvimento de alcance global, poderá influenciar positivamente as inadiáveis transformações das finanças globais.
  • A economia física abrange os princípios de desenvolvimento econômico das nações, estudando as economias como um processo interligado de produção e consumo físico, em uma analogia com os organismos vivos, que proporciona uma noção de produtividade independente das medidas financeiras. Constitui, por assim dizer, o conjunto de capacidades com as quais o ser humano intermedia as suas relações com a natureza e o universo, sendo a economia a tradução do entendimento humano do microcosmo e do macrocosmo. A aplicação prática de tais conceitos é demonstrada neste livro, com exemplos do desenvolvimento econômico de nações como os EUA, Alemanha, França e, mais recentemente, a China. Além disso, o autor tece importantes considerações sobre o futuro do trabalho, em uma economia em que os principais insumos serão o conhecimento e a capacidade criativa/inovadora, escapando à falsa disjuntiva entre as doutrinas econômicas marxistas e liberais. Em troca, busca contribuir para a construção de uma doutrina econômica baseada nos princípios do Bem Comum e da dignidade da pessoa humana.
  • México, 9 de dezembro de 1531 Dez anos após a conquista do México pelos espanhóis, em uma colina nos arredores da capital, algo inconcebível ocorre a Juan Diego, um nativo convertido à religião dos conquistadores. Na bruma da manhã, uma figura celestial vem ao seu encontro, revelando-se como "Maria, Mãe de todos os homens". Para convencer as autoridades religiosas, a Senhora lhe confia várias mensagens e, no último encontro, o seu retrato aparece misteriosamente impresso no manto de Juan Diego. Posteriormente, a aparição de Maria de Guadalupe se torna o catalisador da conversão de milhões de indígenas ao cristianismo, em um dos eventos mais marcantes da História. Desde então, a imagem de Nossa Senhora de Guadalupe tem sido objeto de numerosas controvérsias, mas, a cada novo estudo científico efetuado nela, mais misteriosa ela se torna, tanto para pesquisadores como para os fiéis, que fazem da Basílica de Guadalupe, na Cidade do México, o maior centro de peregrinação religiosa do mundo, à frente até mesmo de Roma e Meca. Neste livro, o jornalista alemão Paul Badde mergulha no mistério de Maria de Guadalupe com o cuidado de um historiador e o talento de um jornalista investigativo, que tropeçou em uma história instigante. O seu relato conta a fantástica história da aparição que mudou os rumos da História mundial, levando todo um continente a integrar a cultura ocidental.
  • O continente de mais de 90 milhões de habitantes – considerando apenas a África Subsaariana – ainda padece com os níveis de pobreza mais abjetos. Embora alguns países anunciem taxas de crescimento de 10%, isso não mudou as vidas da maioria da população, apenas ampliou as diferenças entre os super-ricos e os pobres, como na Nigéria, Quênia, África do Sul e Angola. Mais de 50 anos após a independência da Nigéria, o país mais populoso do continente (167 milhões de habitantes), ainda não existem sistemas de geração elétrica funcionais, abastecimento de água, ferrovias – apenas rodovias inseguras -, um sistema de saúde em frangalhos e instituições educacionais em más condições. Como as poucas refinarias raramente funcionam, a Nigéria, o maior exportador de petróleo africano, tem que importar quase todos os combustíveis que usa. Os níveis de vida médios do país são ainda inferiores aos da época da independência. Por ocasião da independência, as lideranças políticas das antigas colônias tinham ambiciosos planos de desenvolvimento para as suas economias e, na maioria dos casos, começaram a construir sistemas de infraestrutura, saúde e educacionais além de apoiar as atividades agrícolas com serviços de extensão rural e apoio à comercialização dos produtos. Igualmente, começaram a desenvolver as indústrias. A idéia da primeira geração de líderes africanos era de desenvolver suas nações e, em uma ou duas gerações, levar a prosperidade aos seus povos, que já haviam sofrido em demasia sob o jugo do colonialismo. Hoje, porém, novas potências econômicas têm emergido, como o Brasil, o que se refletiu na constituição do G-20. Com isto, investimentos de grande escala na infraestrutura africana e mudanças no regime comercial para o continente poderão efetuar, no século XXI, as oportunidades perdidas no anterior. A maior prioridade deve ser dada à infraestrutura transcontinental de transportes, especialmente ferroviários, em eixos Leste-Oeste (Djibouti-Dakar) e Norte-Sul (Cairo-Capetown). Para muitos destes projetos, já existem planos elaborados na União Africana, o que se necessita é tirá-los do papel. Com a mesma urgência, necessitam-se sistemas de geração e transmissão de eletricidade, para que se possa promover uma industrialização genuína e promover um aumento dos níveis de vida da população em geral. Os grandes rios africanos – Níger, Nilo, Zambezi, Cubango e Congo – têm um vasto potencial de geração hidrelétrica. Coma construção de barragens e canais adequados, os rios poderão funcionar como geradores de energia e eficientes vias de transporte hidroviário, para a movimentação de cargas e pessoas. Além de energia e transporte, o projeto poderá transferir água da bacia do Congo para o Chade e o Níger, o que ajudaria a combater a desertificação do Sahel e promover a agricultura irrigada em 5-7 milhões de hectares de terras da região.
  • A fraude do aquecimento global: como um fenômeno natural foi convertido numa falsa emergência mundial, Geraldo Luís Lino. Prefácio de Luiz Carlos Baldicero Molion, 2009, 168 p. (3ª. ed., 2011) – R$ 32,00. ISBN: 978-85-98059-12-9. O aquecimento global não é uma ameaça à humanidade – a histeria “aquecimentista”, sim! Porém, em vez de ameaça, constitui uma das maiores fraudes científicas e farsas científicas da História. A fraude do aquecimento global demonstra que as mudanças climáticas são fenômenos naturais que ocorrem há centenas de milhões de anos e contra as quais a humanidade pouco pode fazer no seu atual estágio de conhecimento, além de entender melhor a sua dinâmica e adaptar-se adequadamente a elas. O infundado alarmismo “aquecimentista” é promovido por interesses políticos e econômicos, que transformaram um debate científico em uma obsessão mundial e uma verdadeira indústria. Por isso, o público em geral ignora que: * não há qualquer evidência científica concreta que vincule a ação humana aos aumentos de temperaturas globais ocorridos desde o século XIX; * as temperaturas mundiais pararam de subir no final da década de 1990 e estão em queda; * os níveis do mar já foram mais altos que os atuais; * as atuais concentrações atmosféricas de CO2 estão entre as mais baixas da história geológica da Terra; * temperaturas e níveis de CO2 mais altos que os atuais seriam benéficos para a maioria dos seres vivos, inclusive o homem. As temperaturas atmosféricas e oceânicas já foram mais altas e mais baixas do que as atuais e a própria humanidade surgiu durante o período Quaternário, o de mais rápidas mudanças climáticas de toda a história da Terra. A fraude e farsa do aquecimento global está sendo manipulada para converter a atividade científica em um processo de “assembleia de consenso”, apoiado por uma mídia geralmente acrítica e anestesiada e pelos recursos técnicos de Hollywood. Por trás dela, encontram-se interesses políticos e econômicos inconfessáveis, que, enquanto promovem o aquecimento global como uma nova crença pseudocientífica, se empenham em faturar bilhões de dólares com a sua transformação em uma lucrativa indústria. Por isso, é fundamental que o alarmismo “aquecimentista” seja devidamente neutralizado. A fraude do aquecimento global é uma contribuição para desmistificação desta grande farsa científica. Geraldo Luís Lino é geólogo, especializado na aplicação de estudos geológicos a projetos de engenharia civil e avaliações de impactos ambientais. É fundador e diretor do Movimento de Solidariedade Ibero-americana (MSIa), sendo integrante do conselho editorial da entidade. É também co-autor dos livros Máfia Verde 2: ambientalismo, novo colonialismo (2005) e A hora das hidrovias: estradas para o futuro do Brasil (2008), ambos publicados pela Capax Dei Editora. Uma exposição da maior fraude científica da história moderna e dos interesses que a promovem.
  • Quem manipula os povos indígenas contra o desenvolvimento do Brasil: um olhar nos porões do Conselho Mundial de Igrejas, Lorenzo Carrasco e Silvia Palacios, 208 p.; R$ 35,00. ISBN 978-85-98059-28-0. Desde a década de 1980, o Brasil vem sendo alvo de incessantes campanhas de pressões políticas com o objetivo de manipular as questões das causas indígenas para influenciar as políticas públicas de ordenação da ocupação física e exploração dos recursos naturais do território nacional, para propósitos alheios aos do desenvolvimento do País. Tais campanhas são implementadas por uma rede de organizações não-governamentais (ONGs) nacionais e internacionais, sob o pretexto de uma alegada proteção dos povos indígenas e do meio ambiente, temas cujo apelo emocional tem granjeado um grande apoio midiático e popular a esta agenda intervencionista. Essas intervenções têm resultado em conflitos sociais motivados por demarcações de terras indígenas em áreas produtivas ocupadas há décadas, além de atrasos, encarecimentos e, em muitos casos, o impedimento de numerosos projetos de infraestrutura em todo o território nacional indo contra o desenvolvimento do Brasil - processo que se assemelha a uma guerra irregular, de efeitos mais eficientes que os de uma agressão militar convencional. Por trás delas, encontra-se uma vasta rede de ONGs, fundações privadas e agências governamentais de certos países industrializados do Hemisfério Norte, em especial, os EUA e o Reino Unido. Entre estas entidades, destaca-se o Conselho Mundial de Igrejas, cujas intervenções no Brasil remontam à década de 1950, tendo muito pouco a ver com a promoção de um verdadeiro ecumenismo e, muito mais, com o velho objetivo colonial de obstaculizar o desenvolvimento das regiões “periféricas” do planeta, dificultando-lhes a modernização e o progresso. Quem manipula os povos indígenas contra o desenvolvimento do Brasil é o resultado de uma rigorosa pesquisa sobre os mentores dessas campanhas e suas motivações. Lorenzo Carrasco Bazúa nasceu em Sinaloa, México, em 1950. É jornalista e editor-presidente da Capax Dei Editora. Em 1992, foi um dos fundadores do Movimento de Solidariedade Ibero-americana (MSIa), do qual é presidente. É organizador do livro Máfia Verde: o ambientalismo a serviço do governo mundial (2001); coautor de El complot para aniquilar a las Fuerzas Armadas y a las Naciones de Iberoamérica (1993, edição brasileira de 1996), Máfia Verde 2: ambientalismo, novo colonialismo (2005) e A hora das hidrovias: estradas para o futuro do Brasil (2008); e autor de Una mirada al mundo y a los valores que cimentan um nuevo orden mundial (2012). Silvia Palacios de Carrasco é diretora do Movimento de Solidariedade Ibero-americana (MSIa) e editora dos jornais Solidariedade Ibero-americana e Página Iberoamericana. Com Lorenzo Carrasco, fundou e dirige a Capax Dei Editora. É coautora dos livros El complot para aniquilar a las Fuerzas Armadas y a las Naciones de Iberoamérica e Máfia Verde 2: ambientalismo, novo colonialismo. Uma exposição do aparato internacional que distorce as causas indígenas, em favor de uma insidiosa agenda intervencionista que em nada favorece os interesses da sociedade brasileira.
  • Em linguagem acessível ao leigo, uma discussão sobre o novo paradigma que está se impondo em uma área fundamental da ciência. 2010.
  • Em 1988, a premiada jornalista canadense Elaine Dewar começou a trabalhar em um artigo sobre a ajuda que certas organizações não-governamentais (ONGs), como a Cultural Survival, WWF e outras, estavam proporcionando os índios caiapós para defender a Floresta Amazônica. Logo, ela descobriu uma trama de muitos milhões de dólares, em que os índios ganhavam dinheiro de garimpeiros, madeireiros e ONGs, agências governamentais, fundações e empresas privadas de vários países do Hemisfério Norte se empenhavam em influenciar as políticas ambientais e indígenas em três continentes. O resultado da investigação foi Uma demão de verde. Com um texto que se lê como uma novela de mistério, Uma demão de verde segue os passos da autora, de Toronto até a Floresta Amazônica, e a gabinetes refrigerados em Ottawa, Washington, Rio de Janeiro, Brasília, São Paulo e Genebra. No caminho, ela conhece alguns dos impressionantes personagens que atuam nos bastidores do ambientalismo internacional – entre outros, o empresário Maurice Strong, Anita Roddick, da cadeia britânica Body Shop, e ativistas que dirigem importantes ONGs do Canadá e dos EUA. Ela também examina alguns perturbadores aspectos dos relacionamentos entre ONGs, corporações “verdes” e governos: * Por que algumas ONGs desorientam o público com informações incorretas, para arrecadar fundos? * Por que certas ONGs do Canadá e dos EUA têm em suas diretorias representantes de grandes empresas e de seus governos? * Que interesses teriam essas ONGs e governos em deter projetos de infraestrutura no Brasil, como o aproveitamento hidrelétrico do rio Xingu? Para o Brasil, que ocupa um lugar central na trama, as respostas a essas e outras perguntas são fundamentais. Elaine Dewar trabalha como jornalista independente desde 1976, escrevendo sobre assuntos políticos, empresariais, ambientais e científico-tecnológicos. Por várias vezes, recebeu o National Magazine Award, um dos mais prestigiosos prêmios jornalísticos do Canadá. Além de Uma demão de verde (1995), escreveu Bones: Discovering the First Americans (2001) e The Second Tree: Of Clones, Chimeras and Quests for Immortality (2004). Por este último, recebeu o Nereus Writer’s Trust Non-Fiction Prize, concedido anualmente à melhor obra de não-ficção de um autor canadense.
  • A mais recente obra do consagrado escritor e historiador alemão, sobre um dos mais importantes e menos conhecidos símbolos da Cristandade. Neste livro, o jornalista e historiador Paul Badde convida ao leitor a acompanhá-lo em uma emocionante jornada para desvendar a verdade por trás do Rosto Santo de Manoppello, relíquia milenar da igreja, que retrata o que, para muitos, seria a face de Jesus Cristo. Impresso em fino tecido de bisso, produzido a partir da secreção de um molusco do Mediterrâneo, que não pode ser pintado, o rosto se torna ainda mais misterioso ao ser superposto ao da figura humana impressa no Sudário de Turim, com o qual compõe uma combinação perfeita. Em suas páginas, como em um romance de mistério, o leitor acompanhará a agitada trajetória do Rosoto Santo, desde a Terra Santa, passando por Edessa, Constantinopla e Roma, até um pequeno vilarejo escondido nas montanhas dos Abrusos, Manoppello. E conhecerá personagens cativantes, como a irmã Blandina Paschalis Schlömer e o padre jesuíta Heinrich Pfeiffer, estudiosos empenhados em desvendar os segredos do véu de Manoppello, e Chiara Vigo, a última tecelã em todo o mundo que domina a refinada técnica de confecção da seda-do-mar, como o bisso também é conhecido. Resultado do encantamento do autor pelo tema e originalidade publicado em 2011, na sua Alemanha natal, o livro foi também publicado e se tornou best-seller nos EUA, Polônia, Itália, França e Holanda.
  • Nesta obra clássica de 1952, traduzida diretamente do alemão, o autor – uma personalidade singular de militar, acadêmico e político – oferece analisa a longa trajetória da construção dos Estados nacionais soberanos e os princípios que os fundamentam. Uma importante contribuição para as discussões que se travam em todo o mundo, no contexto das profundas transformações da ordem de poder global.
  • O livro é resultado do mestrado da autora em História Comparada, com ênfase em Relações Internacionais, Segurança e Defesa Nacional, na Universidade Federal do Rio de Janeiro. Além de trazer os assuntos da Defesa Nacional para serem debatidos pela sociedade brasileira, Fernanda Corrêa analisou a história do projeto do submarino nuclear numa conjuntura nacional e internacional, demonstrando as razões que motivaram os governos a apoiar ou não o projeto.
  • Prefácio de Aldo Rebelo Pouco conhecido da grande maioria dos brasileiros, José Bonifácio de Andrada e Silva, o Patriarca da Independência, pode ser considerado com todos os méritos como o “inventor” do Brasil independente. Em apenas 18 meses no governo, foi o principal responsável pela consolidação política e territorial do novo País, além de ter formulado o esboço de um projeto de Nação que ainda hoje é atual. Às vésperas do bicentenário da Independência, é importante rever a sua trajetória e as suas ideias sobre um Brasil emparelhado com as grandes nações do mundo.
  • O propósito deste livro é indagar o papel protagonista da Federação Russa na mudança de época histórica em curso. Ao contrário do que previa o poder anglo-americano, o presidente Vladimir Pulin tem ocupado uma posição ímpar como estadista global, desde o início do século. E as nações acidentais necessitam recuperar com urgência o seu sentido de propósito histórico, com base em suas raízes cristãs. É aqui que reluz a missão histórica da Rússia, cujos ensinamentos sobre a recuperação do seu orgulho e grandeza cristãos devem servir de exemplo à !bem-América, para enaltecer o mesma sentida de missão universal baseado nos princípios cristãos infundidos pela evangelização fundadora. Assim como a Rússia devemos celebrar o nossa batismo .
  • Seineldin e Mariano. Pai e filho trocam cartas. Um preso no cárcere, o outro preso às limitações da esclerose múltipla. Mais que um livro de histórias, Malvinas - um Sentimento é um canto de "sentimentos tão profundos e maravilhosos", que evocam uma obrigação moral com a defesa do sentido de Pátria e seus valores maiores. Um livro feito de pai para filho.
  • O crescimento que a guera irregular experimentou no mundo de hoje, particularmente depois da 2ª GM, provocou a necessidade de reezaminar leis e normais dos conflitos armados do ponto de vista das características peculiares a esse método especial de combate.
  • A Humanidade vive a fase final de um longo período histórico, uma autêntica crise civilizatória, assinalada pela disfuncionalidade do sistema de hegemonia política e econômica colonial estabelicido a partir do século XVII, com base nas ideias de pensadores como Bacon, Hobbes, Locke, Descartes e outros. Em sua época, o grande pensador alemão Gottfried Wilhelm Leibniz se confrontou com tais ideais e seus desdobramentos nos campos da economia, política, filosofia, ciência e, sobretudo, na noção de justiça aplicada à organização social. Hoje, suas lições podem servir de base para se fundamentar um outro caminho para a civilização, baseado na primazia do Bem Comum e sua institucionalização nas políticas públicas.
  • Textos clássicos dos grandes autores do Sistema Nacional de Economia Política, pela primeira vez reunidos em português.